terça-feira, 13 de março de 2012

Segurados devem ficar atentos a cartas falsas sobre revisão de benefícios.

A Previdência Social tem recebido vários questionamentos de aposentados e pensionistas que dizem ter recebido correspondência apontando valores que teriam direito a receber a título de revisão de seu benefício. Atualmente, a Previdência Social está fazendo a revisão administrativa de benefícios concedidos entre 1991 e 2003 que tiveram o salário de benefício limitado ao teto previdenciário na data de sua concessão. Entretanto, esclarece que não estão sendo enviadas cartas e que a revisão pelo teto independe do requerimento do beneficiário.

Essa revisão está sendo processada automaticamente pela Previdência. Para saber se tem direito à revisão pelo teto, o segurado pode ligar para o telefone 135 ou acessar o site da Previdência Social no endereçohttp://www3.dataprev.gov.br/cws/revteto/index.asp. A pessoa que não estiver na relação e entender que faz jus à revisão pode protocolar um pedido na agência da Previdência responsável pelo pagamento de seu benefício.

O mesmo vale para outras correções no benefício que o aposentado ou pensionista acredite que tenha direito. O procedimento é o próprio beneficiário procurar a agência responsável pelo pagamento e entrar com um pedido de revisão. Para isso, não há necessidade de contratação de intermediários. Caso a alegação do segurado esteja correta, a agência vai revisar o valor do benefício.

A Previdência Social alerta ainda para que os aposentados e pensionistas tenham cuidado ao fornecer a terceiros documentos e dados referentes a seu benefício. O recebimento de correspondência não emitida pela Previdência Social e a contratação de intermediários não são garantia de que o beneficiário tenha direito a alguma revisão.

O que é a revisão pelo teto - Em decorrência de decisão do Supremo Tribunal Federal, o INSS reconheceu o direito à Revisão do Teto Previdenciário para os benefícios com data de início no período de 5/4/1991 e 31/12/2003, que tiveram o salário de benefício limitado ao teto previdenciário na época da concessão, bem como para os benefícios deles decorrentes.

Não têm direito à revisão, entre outros, os benefícios concedidos nesse período que não tenham sido limitados ao teto, os precedidos com data de início anterior a 5/4/1991, os de valor equivalente a um salário mínimo, os assistenciais (Loas), e os concedidos a trabalhadores rurais. (ACS/SP)


FONTE: Previdência Social

Contador: O grande aliado das MPEs.

Um grande pecado tem sido cometido pelos micro e pequenos empresários pelo fato de encarar a contabilidade como um instrumento que visa meramente atender as exigências legais e burocráticas para abertura da empresa e obrigações com o Fisco. Na maioria das vezes o empresário subestima o papel do contador por desconhecer a utilidade da contabilidade, em especial a contabilidade gerencial, como instrumento de apoio à administração e acaba contratando profissionais visando pagar pouco.
O cerne da questão, sob a minha ótica, se resume em 3 questões: A limitação de recursos financeiros das MPEs que inviabiliza contratarem bons escritórios de contabilidade para prestação do serviço, na falta de conhecimento em gestão dos empresários e, por incrível que pareça, na criação do regime de tributação das MPEs, o Simples Nacional, mais conhecido como Supersimples, o qual unifica a cobrança e recolhimento de oito tributos, sendo seis federais (IPI, CSLL, Cofins, PIS, INSS Patronal, IRPJ), um estadual (ICMS) e um municipal (ISS), induzindo o empresário à não ter uma contabilidade estruturada por adotar a contabilidade simplificada, a utilizando apenas como ferramenta na apuração de impostos.

Neste caso duas questões merecem uma reflexão mais apurada: o valor pago pela prestação de serviço do contador e a capacitação do novo empreendedor. Tradicionalmente, é acertado um valor mínimo apenas para a realização mensal do cálculo dos impostos a serem pagos e o controle da folha de pagamento; os pequenos escritórios para sobreviverem precisam ter muitos clientes, sendo assim só oferecem o mínimo contratado. Os escritórios de contabilidade maiores e mais estruturados não se interessam pelos MPEs já que não podem cobrar um valor mais expressivo pelos serviços prestados.
A outra questão se refere a importância, de se estudar a possibilidade de tornar obrigatório, para a abertura de Empresas Individuais ou MPEs, a apresentação de um certificado que garanta que o novo empreendedor possua noções básicas de gestão, pois para se ter ideia, o despreparo chega ao ponto de boa parte dos novos empreendedores abrirem o negócio sem ao menos saberem traduzir as siglas que compõe o universo das obrigações fiscais e trabalhistas, a exemplo de CNPJ (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica), ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços), COFINS (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social), etc. Quanto mais elaborar um demonstrativo de fluxo de caixa ou calcular o preço de venda.
Estabelece-se então o impasse sobre o qual, caberia às instituições apoiadoras das MPEs, a exemplo do SEBRAE e Governo, em parceria com o Conselho Regional de Contabilidade de cada Estado, buscarem uma forma de viabilizar uma alternativa para subsidiar ou apoiar a execução dos referidos serviços e na elaboração de um programa curricular básico para novos empreendedores, os quais seriam ministrados por instituições credenciadas e autorizadas a emitirem os referidos certificados. Sem o certificado, o empreendedor não poderia abrir uma Empresa Individual ou uma MPE.
Com o suporte acima citado, a falta de planejamento e o despreparo para gestão empresarial, principais causas da mortalidade das MPES, seriam equacionadas em parte, pois o aprendizado é um processo continuo.

A contabilidade da empresa deve ser vista como uma ferramenta gerencial, uma fonte de informações para que possa tomar decisões seguras. Cabe ao empresário sentar mensalmente com seu contador, seu principal aliado, para avaliar o desempenho do negócio e exigir mais informações importantes já que os contadores, mal remunerados, na sua grande maioria, se acomodam e apenas cumprem as obrigações fiscais e assessorias que a legislação impõe, mas pouco ou nada fazem para contribuir na gestão das empresas.
A partir das informações coletadas e condensadas em relatórios, os quais são de extrema importância para o planejamento da empresa e relativamente fáceis de serem elaborados, a exemplo do relatório de compra e venda; elaboração do ponto de equilíbrio, informação fundamental para o início de qualquer negócio; quantidade de produtos em estoque, para saber se não está afetando seu capital de giro; orientação para formação de preço, pois é crucial embutir todos os impostos, despesas e o lucro desejado; demonstrativo de resultado e de fluxo de caixa; etc. poder ter subsídios para auxiliar à tomada de decisões. Essa pequena ação, a qual não irá onerar demasiadamente o valor do serviço, poderá repercutir positivamente no resultado do negócio.

Como citei no artigo publicado no dia 6/12/2010 neste jornal, “Não existe espaço para o amadorismo”, a falta de informações é o principal vilão nas MPEs. Não basta ter capital para abrir um negócio, o empresário que ainda acredita apenas na sorte, na experiência que acredita ter e no feeling para manter seu negócio vivo está com os dias contados e provavelmente vai se tornar mais um a se somar a estatística de morte de MPEs.

domingo, 11 de março de 2012

Apostila DMED - Declaração de Serviços Médicos e de Saúde

http://www.crc-ce.org.br/crcnovo/files/Dmed%20-_2012_PALESTRA_CRC.pdf

Mudança no limite de isenção pode fazer aposentado pagar mais Imposto de Renda.

A Receita Federal vai usar duas bases de isenção do Imposto de Renda para os aposentados que completaram 65 anos até 31 de janeiro de 2011 e pode fazer o beneficiário da Previdência pagar mais por isso.

Neste ano, a Receita usará dois tetos de isenção para os aposentados que fizeram aniversário de 65 anos até o dia 31 de janeiro de 2011. Um segue o limite de R$ 1.499,15, que foi válido entre janeiro e março de 2011, e o outro considera o limite de R$ 1.566,61, que passou a valer em abril do mesmo ano.

Seguindo essa tabela, o contribuinte aposentado que deveria ser isento terá uma conta maior para pagar. O valor, contudo, vai depender da alíquota a ser aplicada, que é avaliada de acordo com os ganhos declarados no ano.

Para os demais contribuintes, a Receita vai usar apenas o limite maior de isenção (R$ 1.566,61), que passou a valer em abril, após um reajuste na tabela.

Em termos práticos, a Receita usa o valor menor (R$ 1.499,15) por três meses e o maior (R$ 1.566,61) por dez meses (incluindo o 13º salário), o que gera uma soma de R$ 20.163,55. Se fosse usado o mesmo critério para os aposentados com 65 anos ou mais, ou seja, 13 vezes R$ 1.566,61, o total de rendimentos isentos seria de R$ 20.365,93. Essa diferença de R$ 202,38 pode ser tributada casos esses aposentados tenham tido uma renda anual acima de R$ 23.499,15.

- Não são valores expressivos, mas revelam uma incoerência no cálculo, que tem uma metodologia diferente para uma parte dos aposentados. Isso acaba prejudicando quem ganha pouco, diz Rubens Nakano, presidente da Delegacia Sindical de São Paulo do Sindifisco Nacional (Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais da Receita Federal do Brasil).

Brasileira é a mais inovadora e empreendedora do mundo.

Um estudo inédito da En­deavor, organização internacional sem fins lucrativos de fomento do empreendedorismo, aponta que as mulheres brasileiras têm menos dificuldade que os homens para lidar com as áreas de recursos humanos e processo produtivo das empresas – 57,7% deles têm problemas com isso, bem mais que o índice feminino (34,6%). Além disso, elas trazem mais inovação ao setor de serviços, área que responde por 60% do Produto Interno Bruto (PIB) do país e apresenta maior potencial de crescimento.

A sondagem faz parte de um estudo da Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento (Unctad), financiado pelo governo sueco. A pesquisa ouviu empreendedores com alto crescimento e faturamento anual entre US$ 10 mil e US$ 10 milhões (ou entre R$ 17,5 mil e R$ 17,5 milhões) no Brasil, Suécia, Suíça, Estados Unidos, Uganda e Jordânia.

Ainda em junho de 2011, uma outra pesquisa, do In­­ternational Business Center da Grant Thornton Brasil, já tinha apontado que as brasileiras eram as mulheres mais empreendedoras do mundo. Ao consultar 11 mil organizações de 39 países diferentes, o centro registrou uma taxa de empreendedoras de 12% no Brasil, o triplo da média global.

Para o gerente da Endeavor no Paraná, Leonardo Frade, esses dados apontam que as mulheres se saem melhor e inovam com mais facilidade no processo produtivo, nas técnicas de marketing e comércio das empresas e na identificação e retenção de talentos. Os homens, por sua vez, se concentram mais nas áreas tradicionais, como a indústria, e inovam na criação de produtos, o que gera níveis mais elevados de registro de patentes.

“Isso deve ocorrer, principalmente, pelo perfil mais detalhista, pelo coeficiente maior de inteligência emocional e pelo senso mais forte de busca pela excelência do gênero feminino”, descreve. Segundo Fra­­de, isso também faz com que as ações das mulheres sejam me­­nos visíveis e tenham mais dificuldade em obter financiamento.

“A cultura de investimento em inovação, principalmente o investimento público, é muito mais ligada a produtos em si, que são mais tangíveis, do que a processos das áreas como o marketing e os recursos humanos”, avalia. Conforme os dados, 38,5% dos homens entrevistados obtiveram algum tipo de financiamento governamental para suas inovações, o dobro da taxa feminina (19,2%).

Premiação

É com a atenção voltada ao talento feminino no empreendedorismo que o Sebrae divulgará hoje à noite as vencedoras da etapa nacional da 21.ª edição do Prêmio Sebrae Mulher de Negócios. Na estadual, que recebeu 283 inscrições e foi finalizada na segunda-feira, em Curitiba, 20 finalistas concorreram nas categorias Negócios Coletivos e Pequenos Negócios.

Duas delas estarão representanto o Paraná na etapa nacional: Juliana Bicalho Sanches, dona da escola de patinação Dancing Patinação, em Lon­drina (Norte do Paraná); e Giane Marisa Borges, presidente da Reciclar (Associação dos Ca­­ta­­dores de Materiais Reci­­cláveis), de Araucária (Região Metro­politana de Curitiba).

Quanto menor a renda, maior a responsabilidade da mulher no orçamento

Uma pesquisa conduzida pela consultoria Plano CDE com 1,8 mil mulheres da base da pirâmide social de São Paulo e Recife constatou algo que já faz parte da percepção de quem trabalha estudando as diferentes classes sociais brasileiras: quanto menor a renda, maior é a responsabilidade e a importância da mulher como gerente do orçamento doméstico, tendo ela um parceiro ou não. “Mesmo quando ela não é a pro­­vedora, é ela quem é responsável pelas principais compras da casa. O poder de decisão é dela”, avalia a sócia-diretora da CDE, a antropóloga Luciana Aguiar.

O estudo teve um caráter muito mais qualitativo que quantitativo e deu origem a dois documentários: Ela Decide, Ela Faz – Instrumentos Financeiros, sobre os instrumentos financeiros utilizados por elas; e Ela Decide, Ela Faz – Chefes de família. A pesquisa identificou a maior presença feminina entre os chamados “nós de rede”, pessoas com o poder da mobilização e formação de opinião em uma comunidade. Nos vídeos da CDE é possível identificar essa característica em mulheres como a cabeleireira do bairro. “É ela quem reúne as informações da vizinha e virou referência para muito assunto”, diz Luciana.

De maneira geral, enquanto a mulher das classes mais altas é meio equilibrista, dando conta da família e da carreira como pode, a figura feminina das classes C, D e E é quase “mágica”: lida com vários turnos de trabalho e encontra alternativas de renda interessantes, que não exigem alta escolaridade, mas criatividade e dedicação, sem esquecer de onde deixar o filho enquanto faz tudo isso e da limpeza e organização da casa.

Serviço:

Os dois pequenos documentários da CDE sobre a importância das mulheres da base da pirâmide no orçamento doméstico e na comunidade estão disponíveis na internet nos seguintes endereços: www.youtube.com/watch?v=x3GwMK7d9pw (Ela Decide, Ela Faz – Instrumentos Financeiros) e www.youtube.com/watch?v=iuSsuaUju5Y (Ela Decide, Ela Faz – Chefes de família).

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

PGDAS-D – Cálculo do Simples Referente à Janeiro de 2012.

Fonte: Econet Editora

A partir do período de apuração de janeiro de 2012, o contribuinte deve utilizar o PGDAS-D para apurar os valores do Simples Nacional. Assim, os contribuintes não conseguirão gerar o DAS referente janeiro, antes da liberação do novo aplicativo, que ocorrerá em 05 de março de 2012.

O Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN) aprovou as Resoluções nºs 96 e 97, encaminhadas para publicação no DOU, que estabelece os critérios para apuração do Simples Nacional e recolhimento do tributo.

A Resolução CGSN nº 96 estabelece que os tributos do Simples Nacional relativos ao período de apuração janeiro de 2012 poderão ser pagos até 12.03.2012. O aplicativo de cálculo, denominado PGDAS-D, estará disponível no Portal do Simples Nacional em 05.03.2012.

A Resolução nº 97 estabelece critérios para prorrogações de vencimento em municípios que tenham reconhecida a situação de calamidade pública.

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Artigo: Exame de Suficiência em Contabilidade: contextualização e dicas para passar na prova!

O Exame de Suficiência em Contabilidade, obrigatório para o registro do Profissional Contábil, vai para a sua 3ª edição (Lei 12.249/2010). As duas primeiras edições ocorreram no ano passado.

Na segunda edição (09/2011), dos que realizaram as provas obtiveram aprovação 54,18%, contra os 30,83% da primeira edição (03/2011), uma melhora de 23,35% no índice de aprovação. Quanto aos técnicos, conseguiram o registro 27,87%, contra 24,93% do resultado anterior, um crescimento insignificante de 2,94%.

Seria inaceitável acreditar que o alto índice de reprovações dos dois primeiros exames (principalmente a 1ª prova) é um demérito exclusivo dos alunos. Quando isso acontece é o nosso modelo de educação contábil como um todo que está sendo reprovado.

E como passar no Exame de Suficiência do Conselho Federal de Contabilidade (CFC)?

Como relembrar assuntos poucos debatidos na academia, como: matemática financeira, estatística, noções de direito, contabilidade pública, enfim, a contabilidade de uma forma geral com mudanças significativas ao longo do curso?

A academia prepara o discente para a prova? Há controvérsias quando se compara as grades curriculares dos Cursos de Ciências Contábeis com o conteúdo programático do Exame?

São questionamentos pertinentes e que estão no cotidiano de quem pretende realizar o Exame para obter o registro profissional perante a Classe Contábil.

Para quem não tem acesso a cursos preparatórios, pode buscar meios gratuitos para obter sucesso nessa empreitada, como:

Revisar as principais abordagens teóricas (conceitos, definições, objetivos, funções e campos de atuação) das disciplinas que compõem o conteúdo programático do Exame (através de livros, periódicos, sites especializados, etc);
Acompanhar os pronunciamentos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) que tem como objetivo o estudo, o preparo e a emissão de Pronunciamentos Técnicos, referente à convergência da Contabilidade Brasileira aos padrões internacionais (http://www.cpc.org.br/pronunciamentosIndex.php);
Responder as provas anteriores, sem usar o gabarito, marcando o tempo utilizado. Depois verificando as questões que obteve êxito, as que não foram possíveis os acertos, revisar e procurar os caminhos que levam a resposta correta. Para cada questão entender os elementos teóricos e práticos utilizados para se chegar ao resultado (as provas e os gabaritos podem ser baixados no (http://www.blogcontabilizando.com/p/downloads.html));
Buscar questões de concursos e preparatórios (tanto as questões objetivas, quanto as subjetivas) disponíveis gratuitamente na internet;
Fazer resumos e questionários baseados nas Resoluções vigentes do Conselho Federal de Contabilidade (CFC) (http://www.cfc.org.br/sisweb/sre/Default.aspx);
Fazer grupos de estudos e discussões, como no máximo 5 (cinco) pessoas para a realização de rodada com perguntas e respostas, reflexões e pontos de vista, baseando-se em dinâmicas empresariais (Recursos Humanos);
Ler artigos científicos atuais que retratam assuntos do conteúdo programático. Os artigos científicos têm leitura agradável e dinâmica, trazem resumos mais simples e são desenvolvidos com base em grandes teóricos da Ciência Contábil;
Acompanhar professores voluntários que ajudam a milhares de alunos de todo o Brasil, como o Professor Christian Abrão de Oliveira (http://papocomchristian.blogspot.com/) e vídeos aulas do Professor Mário Jorge (http://profmariojorge.com.br/), além de participar do Fórum Contábeis no (http://www.contabeis.com.br/forum/).
O BlogCONTABILIZANDO (http://www.blogcontabilizando.com/) que tem como missão disseminar conhecimentos, iniciou um trabalho para auxiliar alunos de todo o Brasil na empreitada do Exame de Suficiência em Contabilidade. Estamos postando assuntos e exercícios, seguindo, na medida do possível, o Conteúdo Programático do CFC, confira a sessão: EXAME DE SUFICIÊNCIA.
Por fim, devemos ter motivação, comprometimento e disciplina para cumprir os itens acima, além de muita calma e paciência na hora da realização da prova.
Tenha certeza que seguindo os passos acima, você estará em breve com a Carteirinha Verde na mão e com um excelente aproveitamento!!!

Forte abraço,

Wellington Dantas, Contabilista, Especialista em Docência do Ensino Superior, Pós Graduando em Gestão de Negócios, facilitador de Cursos em Rotinas Administrativas e Práticas Trabalhistas. Idealizador do http://www.blogcontabilizando.com

Siga os artigos do Portal Contábeis no Twitter: @forumcontabeis.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Imposto de Renda retido em janeiro vence hoje, dia 17/02

Os contribuintes que pagaram ou creditaram rendimentos sujeitos ao IR/Fonte no mês de janeiro/2012 a pessoas físicas ou jurídicas, residentes ou domiciliadas no País, inclusive rendimentos do trabalho, devem recolher os valores retidos nesta sexta-feira, 17 de fevereiro.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Receita divulga nesta quinta-feira,16/2, balanço da Fiscalização.

O Subsecretário de Fiscalização da Receita Federal do Brasil, Caio Marcos Cândido, concederá amanhã, 16/2, às 15 horas, entrevista coletiva sobre o balanço das ações de fiscalização da RF no segundo semestre de 2011.

Ele falará também sobre as prioridades de fiscalização para 2012 e o andamento das principais ações em curso. A coletiva será na sala 719, do Ministério da Fazenda, bloco P, na Esplanada dos Ministérios.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Carga tributária faz brasileiro ter poder de compra menor.

Ano após ano, os governos federal, estaduais e municipais batem recorde de arrecadação. O que entra nos cofres públicos sai do bolso dos brasileiros - só no ano passado, foram R$ 1,5 trilhão, segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT). Enquanto o poder público comemora a arrecadação, a população perde poder de compra e as empresas ficam menos competitivas.

A carga tributária representa hoje 35,13% do Produto Interno Bruto (PIB). Para comparar, nos Estados Unidos, os impostos levam 24,8% do PIB e, na Argentina, 29%. Essa diferença se reflete diretamente no bolso do consumidor. De batata a carro, os produtos à venda no Brasil são muito mais caros do que no exterior. Também por isso, o brasileiro tem viajado cada vez mais para comprar. "O turismo com o objetivo de comprar subiu 40% no último ano", calcula a diretora da Associação Brasileira de Agências de Viagem em Minas Gerais (Abav-MG), Regina Casale.

Só no ano passado, os brasileiros gastaram US$ 21,2 bilhões no exterior, 29,2% a mais do que em 2010 e um recorde na série histórica do Banco Central. O médico Juliano Scheffer ajudou a engordar essa conta. Apaixonado por viagens, ele aproveitou visitas à Europa e aos Estados Unidos para comprar de tudo um pouco, desde roupas até objetos de decoração, passando pelo enxoval da filha Cecília, que ainda vai nascer.

"Tudo que eu consigo trazer, eu trago, porque a diferença de preço é absurda. Os nossos impostos nos agridem", diz ele, que já chegou a abandonar roupas usadas no hotel para encher a mala com itens novos. "Gasto menos da metade do que gastaria comprando aqui", diz.

Se quem viaja percebe a diferença, quem já viveu no exterior sente mais ainda. A empresária Maria Vilanir morou em Portugal por dez anos e retornou definitivamente ao Brasil no fim de 2011. Ela diz que, mesmo trabalhando em padaria e lanchonete, tinha mais poder de compra lá. "Comprava tudo à vista, sempre conseguia guardar dinheiro, comia bem e, se quisesse, teria comprado um carro. No Brasil, a gente fica pendurado no cartão de crédito e no cheque especial", compara.

Ela conta que um carro novo, com todos os opcionais, custa, em Portugal, 12 mil euros (cerca de R$ 27 mil), o preço de um popular no Brasil. "E é carro chique, que tem até televisão", diz.

De hoje até quarta-feira, O TEMPO vai mostrar os efeitos que uma das maiores cargas tributárias do planeta provoca na economia nacional. (com Helenice Laguardia)

Trabalho
Tempo. O brasileiro trabalha 149 dias por ano para pagar impostos. Na década de 1970, eram necessários 76 dias. Na Argentina, 97 dias são suficientes para quitar as contas com o governo. Os dados são do IBPT.



Sem contrapartida

Retorno do que é pago é o pior do mundo

Além de arcar com uma das cargas tributárias mais pesadas do mundo, o brasileiro é o que tem menos retorno do imposto pago. "Temos carga tributária de Primeiro Mundo e retorno de países que nem são desenvolvidos", diz o presidente do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), João Eloi Olenike.

O estudo da entidade abrange os 30 países com a maior carga tributária do mundo e leva em conta o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), indicador da Organização da Nações Unidas (ONU) para medir qualidade de vida. O Brasil ficou em último lugar. Em primeiro ficou a Austrália, seguida pelos Estados Unidos. Uma das explicações do baixo retorno é que 70% da arrecadação é destinada a pagar despesas correntes dos governos, sobrando pouco para investimentos.

O que os números mostram a professora Elen Brandão comprovou quando se mudou para a Escócia, há quatro anos. Ela conta que os impostos levam até 40% dos maiores salários, mas que não é preciso fazer gastos particulares com educação ou saúde. "Uso todos os serviços públicos. No Brasil, quem não tem como pagar sofre", resume. (APP)



Sem perdão

A cada três carros, um fica com o governo em impostos

Helenice Laguardia

O governo é o nosso maior sócio quando entra em cena o peso do imposto em vários tipos de produtos no Brasil e nos salários. No caso do carro, um dos itens mais desejados de consumo pelos brasileiros, a cada três unidades, o governo fica com uma. "O imposto sobre os carros, aqui, no Brasil, é de 33% do preço final e, no mundo inteiro, o maior imposto é de 16%, que é nos Estados Unidos. O Brasil tem o dobro do maior imposto do mundo", disse o diretor da IHS Automotive, Paulo Cardamone. Para ele, o preço do carro poderia cair em 32% se todas as recomendações feitas ao governo sobre competitividade fossem adotadas. "Mas isso é muito difícil", disse.

A jornalista Ana Amélia Santos Bicalho Parreiras, 31, gostaria de ter um carro, mas os impostos não deixam. "O dinheiro não rende. O que eu pago em impostos no que eu consumo e no salário, eu poderia até investir num carro ou viajar", disse a jornalista.

Levantamento da consultoria CSM mostra uma diferença de preços quase incompreensível não fossem os impostos. Enquanto o brasileiro gasta o equivalente a US$ 15,6 mil para comprar um Fiat Uno 0 km, esse é o mesmo valor que um Honda Civic custa na Europa. No Brasil, pagam-se pelo Honda Civic US$ 32,4 mil; e o europeu paga US$ 15,6 mil.

Assusta o pedaço do imposto no preço de cada produto ou serviço. As contas de água (29,83%), de telefone fixo ou celular (47,87%), energia (45,81%), gás de cozinha (34,04%) e gasolina (57,03%), por exemplo, têm alta carga tributária.

O sócio da PwC em Minas Gerais, Roberto Corrêa, disse que, além do tributo em carros, o imposto no setor elétrico também choca. "Tem sentido a alíquota do ICMS da energia ser de 25%?", questiona. No setor elétrico, incluindo a carga tributária mais encargos setoriais, o percentual chega a 45%. "Um bem tão essencial como energia deveria ter desoneração em toda a cadeia para aumentar o consumo", disse Corrêa, referindo-se ao Brasil como um dos países campeões em impostos na energia elétrica.

Uma cascata
Tipos. No carro, PIS/ Cofins (11,60%), ICMS (12%) e IPI incidem sobre o valor total do veículo. Imposto de Renda (25%) e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (9%) incidem sobre o lucro.



Calculadora

A anatomia do tributo na sua vida

Amélia Santos ganha R$ 1.166 e pagou, de forma direta ou indireta, R$ 320,70 em impostos, 27,5% do salário. O patrão dela pagou R$ 512,57, 43,96% em impostos. No total, o salário de Ana Amélia gerou para o governo uma arrecadação de R$ 833,27, ou seja, 71,46% do salário.

Surpresa e chocada ao mesmo tempo, Ana Amélia Santos obteve o resultado da anatomia dos impostos dela em dois cliques na calculadora do imposto, desenvolvida pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), e que está no site do órgão (www.ibpt.com.br). Com a calculadora, a pessoa pode saber quanto do salário, do consumo e do patrimônio é destinado para impostos. É só informar a qual categoria profissional se pertence e contar as despesas que se tem em supermercado, luz, telefone, água, gás, vestuário, transporte, saúde e outros. (HL).

Contribuinte pode deduzir no IR de 2011 doações feitas em 2012

Valores doados para fundos de crianças e adolescentes entre janeiro e abril deste ano podem reduzir imposto a ser pago referente ao ano passado.

O contribuinte que fizer doações a fundos de crianças e adolescentes entre janeiro e abril de 2012 poderá incluir a ação na declaração do imposto de renda (IR) referente a 2011. Essa é uma das novidades das regras divulgadas pela Receita Federal para o compromisso com o fisco neste ano. Outra mudança é a exigência que contribuintes com rendimentos tributáveis superiores a R$ 10 milhões declarem usando o certificado digital.

Segundo Eliana Lopes, especialista em IR da H&R Block, a Receita vai permitir que todas as doações feitas a fundos que ajudam crianças e adolescentes feitas entre 1 de janeiro de 2012 e 30 de abril de 2012 sejam incluídas na declaração de 2011, o que permitirá que a dedução já seja válida neste ano. "O contribuinte poderá deduzir o valor doado do imposto devido," afirma.

Ela explica que, diferentemente das deduções de despesas com educação, que são aplicadas sobre a base de cálculo do imposto de renda, os gastos com doações reduzem diretamente o valor que o contribuinte tem que pagar para a Receita Federal.

Mas é preciso que o doador calcule se é interessante declarar antecipadamente, uma vez que as doações feitas em 2012 só podem ser deduzidas até 3% do imposto devido. Enquanto isso, os valores doados em 2011 podem reduzir em até 6% o valor a ser pago à Receita. "A regra permite que a pessoa antecipe a declaração da doação, mas impõe essa limitação dos 3%," diz.

Olívia Alonso, iG São Paulo

Palestra CRC - CE 15/02/2012.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Notícia - 12.02.2012

IPVA 2012 pode ser pago com cartão de crédito

O Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores, o IPVA 2012, poderá também ser pago com cartão de crédito. Por enquanto, neste ano, somente para os correntistas do Banco do Brasil (BB) será possível tamanha facilidade, abrindo assim o caminho para outros bancos nos próximos anos.

Para gerar o boleto de recolhimento, ou seja, o Documento de Arrecadação Estadual (DAE), é necessário acessar o site da Secretaria da Fazenda (www.sefaz.ce.gov.br), observando os seguintes passos:

I - Clicar no menu Serviços - Sistemas e Aplicativos "On line", que está no topo da página;

II - Clicar no item IPVA, situado na coluna esquerda da página;

III - Clicar em DAE para pagamento;

IV - IPVA 2012;

V - Inserir placa do veículo, Renavam e clicar "OK". Nesse momento aparecem as informações gerais do veículo e do proprietário;

VI - Clicar em continuar ou voltar;

VII - Gerar DAE (parcela única com desconto ou primeira parcela sem desconto);

VIII - Em seguida aparece o banner do Banco do Brasil, pelo qual o correntista acessa o sistema do banco e faz o pagamento, de acordo com as opções dadas pelo próprio BB.